É através dela que você vê e faz praticamente tudo no seu smartphone: a tela. E se você imagina que tela é tudo a mesma coisa, não é bem assim. A princípio, você pode decidir pelo tamanho, mas normalmente quanto maior a tela, mais caro o aparelho. Os smartphones mais básicos têm telas a partir das três polegadas; já os top de linha chegam a quase cinco polegadas (alguns até ultrapassam). No quesito tamanho, vale a pena avaliar: você quer carregar o aparelho no bolso? Tem mãos pequenas? Tudo isso faz diferença quando o smartphone é grande demais.
Independente do tamanho, as telas se dividem em duas categorias: resistivas e capacitivas. As resistivas são mais antigas, mais baratas, mas oferecem qualidade de uso inferior. Esse tipo de tela possui uma sobreposição de duas camadas entre as quais existe um condutor de eletricidade. Ao pressionar a tela, os dois lados se tocam, e a informação do toque é transmitida.
Já as telas capacitivas, hoje presentes em todos os smartphones das grandes marcas, funcionam muito melhor. Esse tipo de tela conta com uma tecnologia que possui uma camada de óxido que acumula energia. Com o toque, uma troca de elétrons ocorre e o comando é acionado. Só as telas capacitivas oferecem possibilidade de funções multitoque também.
Entre as telas capacitivas, outras tecnologias fazem diferença; para citar algumas temos as telas AMOLED e Super AMOLED. Tem também as telas iluminadas por LED – que usam tecnologia similar à das telas de TV. Amoled quer dizer Matriz Ativa de Diodo Orgânico Emissor de Luz. Se o nome é complicado, o que importa mesmo é que a tecnologia Amoled promete imagens mais fluidas, com alto brilho e contraste. As famosas telas "Retina (lê-se rétina) Display" trazem alta densidade de pixels e definição impressionante. Essa nomenclatura foi tornada popular pela Apple a partir do iPhone 4. Mas, detalhe: as telas dos iPhones e iPads usa tecnologia LCD iluminada por LEDs, e não a tecnologia Amoled – que é mais comum nos aparelhos Samsung.
Novas tecnologias de tela estão sempre surgindo no mercado. Nesse caso, o que vale a pena mesmo é experimentar e ver o que te agrada. De repente, até comparar se possível. Afinal, do que adianta uma super câmera, processador rápido e tudo mais se a tela não responder?

show ! muito legal fernando.
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