quinta-feira, 25 de julho de 2013

Galaxy S4

O anúncio do Galaxy S4, em março deste ano, fez muito barulho. A Samsung investiu pesado para criar um dos aparelhos mais poderosos do mercado, pronto para competir com gigantes como LG Optimus G, iPhone 5 e Lumia 928. A sul-coreana apostou em um smartphone com características de ponta, equipado com muitos recursos, chegando até a exagerar. Nós testamos o aparelho e mostramos tudo o que ele tem para ajudar você a decidir se vale a pena comprá-lo. Afinal, aqui no Brasil ele é vendido por até dois mil e quinhentos reais.


Lettering: Características físicas
O corpo do Galaxy S4 lembra bastante o de seu antecessor: o Galaxy S3. O aparelho conta com bordas ligeiramente arredondadas e mede sessenta e três milímetros de largura por cento e vinte e cinco milímetros de altura. A tela de cinco polegadas funciona com a tecnologia super AMOLED e é protegida pelo Gorilla Glass, vidro com alta resistência a quedas e arranhões.

Já a parte traseira não inspira muita confiança. A tampa plástica que envolve a bateria removível dá a impressão de que faltou um bom acabamento. Mesmo assim, não se engane: o plástico é relativamente resistente a quedas, dando vantagem para o S4 em relação a aparelhos com acabamento em vidro. Ao todo, o smartphone conta com apenas três botões: o principal, na tela inicial; o de ligar e desligar, na lateral direita; e o de volume, na lateral esquerda.


Leterring: especificações técnicas
A Samsung vende diferentes versões do Galaxy S4 no Brasil. Fizemos uma matéria, cujo link você pode encontrar logo abaixo desse vídeo, mostrando as diferenças entre os modelos. A versão que utilizamos para esse review é a I9505, com conexão à rede 4G e processador quad-core Snapdragon 600 com clock de 1,9 GHz. Isso sem contar os dois GB de memória RAM.

Em termos práticos, isso tudo significa que o Galaxy S4 é o smartphone mais potente do mercado. Ele consegue executar mútiplas tarefas ao mesmo tempo sem dar uma só travada. E ele deve durar um bom tempo em suas mãos sem ficar ultrapassado.

Quando smartphones contam com hardwares muito fortes, a tendência natural é que bateria não dure muito tempo. Não é o caso do S4 e de sua bateria com dois mil e seiscentos miliampéres por hora, capazes de suportar um dia inteiro de uso sem dificuldades.

Apesar de ser anunciado com 16 GB de memória interna, na prática, o S4 conta com apenas 8 GB livres para o usuário. Mas isso é contornável com os cartões microSD, aceitos pelo aparelho.


Leterring: Câmera
Esse é outro ponto em que o Galaxy S4 sai na frente de seus concorrentes. Com treze megapixels, a câmera é capaz de capturar fotos com resoluções de até quatro mil cento e vinte e oito por dois mil trezentos e vite e dois pixels. Além disso, ela grava em Full HD com mil e oitenta pê.

Mas, o bacana mesmo é a quantidade de recursos que as câmeras possuem e que vão muito além dos já conhecidos modos Automático, Noturno, Esportes e HDR.

Na opção "Foto com som", por exemplo, é possível capturar o som do ambiente em que a foto foi tirada, porém o recurso só é compatível com outros Galaxy S4. Já no "Foto Animada", dá para utilizar uma sequência de fotos para criar um GIF instantâneo. Há ainda a opção "Embelezar Rosto", usada para melhorar a aparência; e o "Apagador", que deleta pessoas em movimento – útil para apagar da foto alguém que passou na rua no momento do clique, por exemplo. Mas, apesar de divertidos, a maioria desses recursos não tem tanta utilidade no dia a dia e é interessante caso você queira brincar com o aparelho. Também vale destacar a câmera filmadora, que tem o recurso de filmar, pausar e depois continuar a filmagem no mesmo arquivo.


Lettering: TELA E SOM
A tela de super AMOLED é outro ponto atraente no Galaxy S4. Com resolução de mil e oitenta por mil novecentos e vinte pixels, e densidade gráfica de quatrocentos e quarenta e seis "pê pê í", o smartphone surpreende. As cores são vivas, o brilho é intenso e tudo isso ganha mais contraste com o preto profundo. Assistir a vídeos e filmes nesse celular é hipnotizante.

O player de áudio é bonito e simples. Uma das novidades é que ele agora aceita comandos de voz para aumentar e diminuir o volume, pular para a música anterior posterior, pausar ou reproduzir o áudio. No entanto, apesar de entender português, o recurso não funciona perfeitamente. É interessante notar também que o equalizador SoundAlive roda bem e permite ótimas opções de equilíbrio entre graves e agudos. O auto-falante é competente e consegue reproduzir o som em um volume alto o suficiente para você ouvir música sem fone de ouvido.


LETTERING: SENSORES
O Galaxy S4 tem muitas funções que dependem dos sensores. A maioria delas é legal, mas não funciona bem o suficiente para se tornar útil no dia a dia.

Um bom exemplo é a opção de atender ao celular sem precisar tocar na tela. O trabalho de movimentar a mão sobre o sensor, posicionado no canto superior do aparelho, deve ser tão preciso que acaba se tornando incômodo. É mais fácil tocar na tela mesmo. Na verdade, essa lógica funciona para a maioria dos chamados Air Gestures. Ficar fazendo movimentos sobre um sensor não é mais prático do que simplesmente tocar na tela – a menos que você esteja com a mão suja ou algo assim.

O bom uso dos sensores é visto na reprodução de vídeos. O Galaxy S4 reconhece quando você está olhando para a tela. Se você mover a cabeça em outra direção, ele pausa o vídeo automaticamente e volta a reproduzi-lo quando você olhar de volta

sábado, 13 de julho de 2013

tecnologia-Banda-larga

No Brasil, a maioria das operadoras de internet banda larga determina limites de downloads de gigabytes. Ou seja, quando você ultrapassa o volume de dados estipulado em franquia, eles reduzem sua velocidade de navegação sem dó.

Mais do que isso, apesar do monitoramento já realizado pela Anatel, todos nós sabemos que esses serviços costumam não entregar 100% da velocidade contratada na maior parte do tempo. E, no final das contas, se você ainda compartilha a banda larga na sua casa ou empresa, sabe que às vezes, por mais banda que haja, a conexão acaba ficando extremamente lenta ou simplesmente trava de vez.

Ainda que os pacotes de internet banda larga tenham ficado maiores, hoje chegando aos 100 Mbps, o cenário dentro das residências mudou bastante. Antigamente, a família compartilhava um único computador e tinha, no máximo, um laptop que alguém trazia do trabalho. Hoje, em muitas casas, cada um tem seu próprio notebook, smartphone, tablet e muitas vezes ainda conecta SmartTV e videogame. Tudo em uma mesma rede.

"Como a gente compartilha a internet com o wireless com todos os dispositivos, nós começamos a ter mais equipamentos conectados. Mantendo a mesma velocidade, temos menos banda para cada equipamento", explica Taciano Pugliesi, gerente de produtos da D-Link. Ele ainda lembra que, com o advento dos smartphones, também se tornou comum repassar a senha da rede sem fio para amigos e familiares que visitem sua casa.

Combinado a esse aumento de dispositivos conectados a uma mesma rede, mudou também o conteúdo que consumimos online. Antes, estávamos acostumados apenas a páginas web, e-mails, fotos. Em seguida, evoluímos para as músicas: as rádios online e os serviços de streaming. Atualmente vivemos a fase de tudo isso junto ao lado de uma infinidade de vídeos, vários deles em alta definição.

"Atualmente, o que mais consome banda são os vídeos, principalmente em HD e Full HD. Em segundo, vem a parte do áudio", explica Pugliesi. Além do áudio e do vídeo, outro vilão que consome muita banda são os downloads.

"As pessoas gostam muito de download de músicas, filmes, fotos e etc. Todas as vezes que eu faço um download eu posso usar minha banda inteira de internet", completa Pugliesi.

tecnologia-noticia

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse nessa quinta-feira, 11, que o Brasil paga cerca de US$ 650 milhões anuais aos Estados Unidos para trafegar seus dados de internet por lá.

Em audiência pública, o político assumiu o mesmo tom de outras autoridades ao defender a descentralização do controle da internet. "Além de tornar o serviço mais barato, agora temos outros motivos para defender isso", afirmou em referência às denúncias de espionagem ilegal.

Em 2012, Bernardo diz ter cobrado a necessidade de uma governança multilateral durante a Conferência Mundial de Telecomunicações Internacionais, realizada em Dubai. No entanto, segundo ele, a proposta não foi recebida com bons olhos.

"Fomos criticados por americanos, que disseram que esse interesse em descentralizar o tráfego de dados esconderia uma tentativa de querer controlar a internet", frisou o ministro, segundo o qual houve pressão para que países favoráveis à democratização do gerenciamento online não assinassem o tratado.

O ministro alerta que a "vulnerabilidade é um problema de todos" e, por isso, o Brasil não vai limitar o assunto a uma questão bilateral. "Trata-se de uma oportunidade para o mundo todo ter conhecimento desses fatos. Não podemos deixar de ficar indignados com essa xeretagem a nível mundial", acrescentou.

Paulo Bernardo aproveitou a ocasião para fazer um apelo por mais investimentos em Ciência e Tecnologia que garantam autonomia, segurança e independência ao país.

Angry-Birds-noticia

Mais um game da série Angry Birds com temática sobre os filmes de Star Wars será lançado pela Rovio.

O título sai nai na próxima segunda-feira, dia 15, mas a desenvolvedora não divulgou qualquer informação além de uma imagem prévia do título.

"Estamos falando sobre a maior coleção de personagens já criada, novos poderes incríveis e talvez até algumas surpresas", escreveu a empresa, em nota.

O primeiro jogo que tem Star Wars como pano de fundo saiu em novembro passado e já chegou até ao Facebook (veja aqui).

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Microsoft-Noticia

A Microsoft já está estipulando os requisitos mínimos de desempenho para os dispositivos que rodarem o Windows 8.1 e atualizações futuras do sistema. A intenção é estabelecer um patamar mínimo de hardware e especificações para manter uma experiência mais unificada com o sistema operacional.

Como nota a CNET, a empresa tem trabalhado em conjunto com fabricantes para que os computadores tenham cada vez novos recursos e sensores. E já no fim deste ano, as máquinas certificadas pela Microsoft já deverão ter NFC e autenticação biométrica, além de melhorias no modo porta-retrato e InstantGo, que permite à maquina deixar o estado de repouso mais rapidamente e manter aplicativos atualizados e sincronizados mesmo com o PC em modo de espera.

Além disso, a Microsoft pretende que, a partir de janeiro de 2014, os sistemas certificados tenham Bluetooth e Wi-Fi. Os dispositivos com telas integradas, como tablets, notebooks e all-in-ones deverão vir com webcam com resolução de imagem de 720p.

A companhia também espera melhores microfones e alto-falantes, como tentativa de alavancar o Lync, ferramenta de comunicação unificada da Microsoft

iPad-noticia

Se você estava guardando seu dinheiro para comprar uma versão futura do iPad mini, quando ele já tivesse a tela Retina, característica dos produtos Apple, você poderá guardá-lo por mais um tempo. Segundo os rumores mais recentes, a empresa planeja lançar um dispositivo com tal capacidade em 2014.

Segundo o Economic Daily News, de Taiwan, a empresa planejava o lançamento do iPad mini com a tela Retina para o último trimestre deste ano, para aproveitar o período de festas, mas estaria com dificuldades de suprir a demanda por displays Retina, o que pode atrasar seu anúncio.

A publicação taambém indica que a Apple tem intenções de oferecer duas versões do tablet, com e sem a tela Retina, mas outros detalhes ainda são desconhecidos.

Atualmente, a resolução do iPad mini é apenas HD e tem uma densidade de pixels que não chega nem perto do que é apresentado no iPad de quarta geração, por exemplo, e chega a ficar atrás de dispositivos concorrentes na faixa de tamanho. Por isso, uma tela melhor tem sido a principal demanda pela nova versão do dispositivo

Novo-aplicativo

O Hemlis, mensageiro instantâneo para smartphones projetado por três desenvolvedores, entre os quais está o cofundador do Pirate Bay, Peter Sunde, é um sucesso. O app, que promete segurança e privacidade na troca de mensagens pelo celular já bateu a meta de doações estabelecida para bancar o desenvolvimento do aplicativo.

Os fundadores do serviço planejavam arrecadar US$ 100 mil para poder iniciar o projeto de lançar um app de bate-papo para iOS e Android completamente privado, para fugir da vigilância sobre as comunicações globais instaurada pelo governo dos Estados Unidos, como foi descoberto nas últimas semanas.

No entanto, pouco antes do encerramento do período de arrecadação, os usuários já haviam doado US$ 145 mil. Foram apenas três dias abertos para doações, mas os interessados já bateram a meta de longe. Segundo o site, cerca de 10 mil pessoas realizaram algum tipo de doação aos desenvolvedores.

O aplicativo final será gratuito para uso, mas terá algumas restrições que poderão ser liberadas com pagamento, como o envio de imagens pelas mensagens, já que os criadores dizem que não bancarão o aplicativo por meio de publicidade. Quem bancou o projeto na fase de doações ganhará códigos para desbloquear este conteúdo extra e também poderá distribuí-los aos amigos.

A princípio o app seria desenvolvido para iOS e Android apenas, mas outras plataformas também poderiam ser contempladas posteriormente.

"Nosso foco é sua privacidade, então construímos tudo, desde software a estrutura para empresas para proteger isto. Os outros [WhatsApp, MessageMe, iMessage, etc...] são focados em maximizar lucros", diz o FAQ do serviço.